No Espelho de "O homem e a morte" = In the mirror of Man and death
O livro de Edgar Morin “L’Homme et la mort” é revisitado como espelho concreto para pen-sar a morte do ponto de vista antropológico e, de modo direto, para homenagear o Professor José J. Queiroz na ocasião de seu falecimento. O paradigma da complexidade adotado por Morin foi uma das ferramentas teór...
| Subtitles: | In the mirror of Man and death |
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| Main Author: | |
| Format: | Electronic Article |
| Language: | Portuguese |
| Check availability: | HBZ Gateway |
| Interlibrary Loan: | Interlibrary Loan for the Fachinformationsdienste (Specialized Information Services in Germany) |
| Published: |
2025
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| In: |
Rever
Year: 2025, Volume: 25, Issue: 2, Pages: 53-62 |
| Further subjects: | B
Morte
B Antropologia B Memória B Memory B Vida B Life B Anthropology B Death B José J. Queiroz B Edgar Morin |
| Online Access: |
Volltext (kostenfrei) Volltext (kostenfrei) |
| Summary: | O livro de Edgar Morin “L’Homme et la mort” é revisitado como espelho concreto para pen-sar a morte do ponto de vista antropológico e, de modo direto, para homenagear o Professor José J. Queiroz na ocasião de seu falecimento. O paradigma da complexidade adotado por Morin foi uma das ferramentas teóricas e metodológicas utilizadas por Queiroz em suas pesquisas e reflexões. O artigo retoma pontos centrais da obra de 1951, focalizando a mudança de paradigma do autor e, por conseguinte, a nova moldura em que coloca posteriormente este estudo. A morte integra a vida e a vida integra a morte. A partir desta constatação que supera as dicotomias entre o viver e o morrer, a reflexão convida a fazer memória ao ilustre professor. Edgar Morin's book “L'Homme et la mort” is revisited as a concrete mirror to think about death from an anthropological point of view and, in a direct way, to honour Professor José J. Queiroz on the occasion of his death. The complexity paradigm adopted by Morin was one of the theoret-ical and methodological tools used by Queiroz in his research and reflections. The article revisits central points of the 1951 work, focussing on the author's paradigm shift and, consequently, the new framework in which he subsequently places this study. Death integrates life and life integrates death. Based on this realisation, which overcomes the dichotomies between living and dying, the reflection invites us to remember the illustrious professor. |
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| ISSN: | 1677-1222 |
| Contains: | Enthalten in: Rever
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| Persistent identifiers: | DOI: 10.23925/1677-1222.2025vol25i2a7 |