O cinema como busca espiritual: Martin Scorsese e a religião = Film as a spiritual quest: Martin Scorsese and religion
Este artigo examina a relação entre religião e cinema, com foco na obra de Martin Scorsese. Partindo das teorias de John Lyden e S. Brent Plate, que equiparam a experiência cinematográfica a mitos e rituais religiosos, investiga-se como Scorsese concebe o cinema como um meio de busca espiritual. Por...
| Subtitles: | Film as a spiritual quest: Martin Scorsese and religion |
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| Authors: | ; |
| Format: | Electronic Article |
| Language: | Portuguese |
| Check availability: | HBZ Gateway |
| Interlibrary Loan: | Interlibrary Loan for the Fachinformationsdienste (Specialized Information Services in Germany) |
| Published: |
2025
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| In: |
Rever
Year: 2025, Volume: 25, Issue: 1, Pages: 110-125 |
| Further subjects: | B
Film
B Redenção B Religião B Religion B Busca espiritual B Redemption B Guilt B Culpa B Cinema B Spiritual search |
| Online Access: |
Volltext (kostenfrei) Volltext (kostenfrei) |
| Summary: | Este artigo examina a relação entre religião e cinema, com foco na obra de Martin Scorsese. Partindo das teorias de John Lyden e S. Brent Plate, que equiparam a experiência cinematográfica a mitos e rituais religiosos, investiga-se como Scorsese concebe o cinema como um meio de busca espiritual. Por meio de uma análise de “Taxi Driver” (1976) e “Touro Indomável” (1980), exploram-se temas como violência, culpa, redenção e transcendência. O artigo também considera a formação católica ítalo-americana de Scorsese em Little Italy, Nova Iorque, e como esta vivência molda sua visão de mundo e narrativa cinematográfica. Ao tratar o cinema como espaço de experimentação do sagrado, Scorsese constrói uma estética que dialoga com questões existenciais, oferecendo um espaço para reflexão espiritual e moral. O estudo contribui para a compreensão da intersecção entre religião e cinema, demonstrando como o cinema pode expressar a busca por sentido em um mundo marcado pela violência e pelo sofrimento. This article examines the relationship between religion and film, focusing on the work of Martin Scorsese. Building on the theories of John Lyden and S. Brent Plate, which compare cinematic experiences to myths and religious rituals, it investigates how Scorsese conceives film as a means of spiritual search. Through an analysis of Taxi Driver (1976) and Raging Bull (1980), themes such as violence, guilt, redemption, and transcendence are explored. The article also considers Scorsese’s Italian-American Catholic upbringing in Little Italy, New York, and how this background shapes his worldview and cinematic narratives. By treating film as a space for sacred experimentation, Scorsese crafts an aesthetic that engages with existential questions, offering a platform for spiritual and moral reflection. This study contributes to the understanding of the intersection between re-ligion and film, demonstrating how film can articulate the search for meaning in a world shaped by violence and suffering. |
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| ISSN: | 1677-1222 |
| Contains: | Enthalten in: Rever
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| Persistent identifiers: | DOI: 10.23925/1677-1222.2025vol25i1a7 |