O paciente terminal nos códigos brasileiros de ética médica

A morte é uma realidade que muita gente prefere esquecer. Incomoda. Perturba. Muitas pessoas não querem nem tocar no assunto. Preferem fingir que não existe, que é algo que afeta aos outros. Relutam em reconhecer que, cedo ou tarde, a morte bate à porta de cada um. Para outros, porém, a morte faz pa...

Full description

Saved in:  
Bibliographic Details
Main Author: Martin, Leonard M. (Author)
Format: Electronic Article
Language:Portuguese
Check availability: HBZ Gateway
Interlibrary Loan:Interlibrary Loan for the Fachinformationsdienste (Specialized Information Services in Germany)
Published: 1993
In: Revista eclesiástica brasileira
Year: 1993, Volume: 53, Issue: 209, Pages: 72-86
Online Access: Volltext (kostenfrei)
Volltext (kostenfrei)
Parallel Edition:Non-electronic
Description
Summary:A morte é uma realidade que muita gente prefere esquecer. Incomoda. Perturba. Muitas pessoas não querem nem tocar no assunto. Preferem fingir que não existe, que é algo que afeta aos outros. Relutam em reconhecer que, cedo ou tarde, a morte bate à porta de cada um. Para outros, porém, a morte faz parte do dia-a-dia da sua profissão. Coveiros, a polícia rodoviária, patologistas, capelães hospitalares, enfermeiros e médicos não têm como fugir da morte nas suas mais variadas formas. Nesta reflexão, nossa preocupação não é tanto em descrever como, de fato, estes profissionais lidam com a morte, mas, sim, em investigar como um determinado grupo destes profissionais, os médicos, percebem, no Código de Ética Médica, as normas éticas que devem orientar seu comportamento diante do fenômeno do fim da vida...
Contains:Enthalten in: Revista eclesiástica brasileira
Persistent identifiers:DOI: 10.29386/reb.v53i209.2794